O Poeta e produtor cultural Marcos Llobus |
Dia 23 de setembro próximo, a partir das 19h30, o poeta mineiro Marco Llobus estará autografando seu primeiro livro de poemas intitulado “As dores de Indaiá nas memórias de Tapuia” (Rede Catitu), no Centro de Cultura Lagoa do Nado, a Rua Desembargador Lincoln Prates, 240 – Belo Horizonte\MG.
Segundo o autor: “Após 13 anos de ativismo cultural; criação de vários saraus de poesia pela cidade, entre eles o Sarau da Lagoa do Nado e o Sarau Uivos da Noite no Centro Cultural São Bernardo; de participações nas mais importantes antologias acontecidas nesta década em Belo Horizonte; de ter criado o primeiro "spam arte" de poesia do mundo - Jornal/poster Virtual DESCLASSIFICADOS; além de muitas outras coisas, esperei... Esperei com serenidade de um monge, o sentir e o emergir de mim - um traço fiel e totalmente meu. Após viver tantas realidades propiciadas pelo ativismo cultural, encontrei um belo traço de minha expressão. Esperei 13 anos, tendo em minhas gavetas outros tantos projetos, livros, artes visuais, peças de teatro etc. Todos guardados. AS DORES DE INDAIÁ NAS MEMÓRIAS DE TAPUIA é uma obra que não posso mais guardar. Ela reflete um encontro singelo e verdadeiro. Do homem e sua criança, sua memória... O estado da pura lembrança e da saudade. Não quero somente a publicação de um livro. Quero encená-lo, fundindo imagens, tons e cheiros, formas e corpos. E que a palavra condutora deste universo descrito, entre as saudades que sou, encantem e encontrem reciprocidades pelas atmosferas do viver. E fiz como sempre fiz... Um uivo longo e sincero de versos, tons, sons e formas... e esta é a verdade em que me encontro”.
Para o poeta Ricardo Evengelista:
“Luperino Marco Llobus, versejador de improvisos e imprevisíveis versões: É compositor, fotógrafo, poeta, pintor, é organizador de saraus. Apoiador de tantos artistas, de tantas ações culturais e outros adjetivos. Agora nos apresenta o primeiro rebento em papel impresso. Forjado no silêncio das lembranças fundas. Sua poesia é vigília e ganha alturas no papel branco, giramundo, quer ser eterno. Solitário em seu labor e solidário com os bons amigos. Traz á tona seu menino-livro: Dores de Indaiá! Minas de memórias. Onírico. Trança versos e segredos de forma livre. Linguajar sem hermetismos. Faz da infância seu refúgio, faz do sonho oráculo e abrigo. Recorre a musa da memória e tece o lirismo. Sonho de poeta é virar poema. Muito mais que fama. Marco Llobus quer isso. Dispensa rasgação de seda e coisas do tipo. Lembro que o conheci no Sarau da Lagoa do Nado em 2000. Esbravejando poemas e delírios, nos tornamos respeitosos amigos. De lá pra cá batalhamos juntos pela poesia presente na vida. O lobo de Indaiá é capaz. E nos emociona com esse poema-elogio da infância, perdida ou reencontrada? Interioranas visões. Entre vaqueiros, bichos e banhos de rio, o lobo das minas e dos gerais é corrupio do pião. Curumim dos desvios a driblar a morte. Até quando não sabemos? Revela aqui a poesia da terra, caligrafia do chão, brincadeira e convite para ouvidos sensíveis. Emoção sem disfarce. E a melhor parte: virou livro.
Então leia!
Livro de estréia do poeta Llobus, lançamento dia 23 de Setembro no Parque Lagoa do Nado ás 19:30 |
Do início até a orelha.”
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